“Quem não é capaz de sonhar com a história diante dos documentos não é historiador.” F. Braudel

“Quem não é capaz de sonhar com a história diante dos documentos não é historiador.” F. Braudel
Villa Borghese, Roma, Itália.

Quando os Mouros dominaram a Europa

sexta-feira, 3 de julho de 2015


Humanidade - A História de Todos Nós

quarta-feira, 1 de julho de 2015


Infelizmente, o episódio 1 foi censurado. Abaixo segue o episódio 2, e os demais abrem na reprodução automática.

Homens de Ferro

Horrible Histories (BBC)

terça-feira, 30 de junho de 2015

Sócrates

Heliogábalo

Os Vikings

Os Etruscos

segunda-feira, 29 de junho de 2015

O documentário abaixo intitula-se Ancestrais da Antiga Roma - Os Etruscos.


Os etruscos formaram a primeira alta civilização da Península Itálica, e sua importância é equivalente ao do Egito e da Grécia antigos. Eles se estabeleceram na região entre o sul do rio Arno e ao norte do rio Tibre, entre 1200 e 700 a.C. Os últimos três reis romanos foram etruscos, e a Etrúria só foi totalmente submetida por Roma no séc. III a.C. 

Louise Hitchcock: a Talassocracia Cretense

domingo, 28 de junho de 2015

A transição da Idade do Bronze à Idade do Ferro no Mediterrâneo Oriental é um dos aspetos mais apaixonantes dos albores da nossa civilização. O tipo de relações que se estabeleceram entre os povoadores destas áreas geográficas, as razões do colapso dos grandes centros de poder e a transição a uma nova era são questões que o mundo acadêmico se esforça para responder. Na semana passada conversamos com Jesse Millek, que estudou esse processo no Levante. Nesta ocasião procuramos a Louise Hitchcock, professora associada da Universidade de Melbourne, que possui uma larga experiência nestes assuntos.  


Cerêmica cretense. Museu Arqueológico de Atenas. Foto: Mario Agudo Villanueva

Pergunta - Você acaba de publicar um artigo na Biblical Archaeology Society no qual defende a influência dos povos do Egeu, especialmente na Idade do Bronze, nos povos bíblicos. Estamos falando de uma influência unidirecional ou bidirecional?
Louise - A influência foi absolutamente bidirecional. (...) Nós sabemos que os minoicos foram importando iconografia, materiais brutos, novas tecnologias como a tecnologia de casco profundo e mastro para os seus navios, reduzindo assim o espaço marítimo e levando-lhes mais longe da esfera do Oriente Próximo. (...) Símbolos iconográficos como a torneira e os gênios, foram importados do Egito e da Mesopotâmia, respectivamente. As convenções de gênero do uso do vermelho para homens e do branco para as mulheres foram trazidas do Egito e tem se argumentado que o côvado egípcio foi utilizado na arquitetura minoica. (...)

Pergunta - Quais eram as principais influências que podemos destacar nessas relações?
Louise - Podemos colocá-las na categoria de intercâmbio comercial/presentes de materiais em estado bruto, produtos manufaturados e execução de arte.

Pergunta - Você está de acordo sobre a controvertida teoria da Talassocracia Cretense?
Louise - Penso que há uns anos, os acadêmicos especializados no Egeu eram relutantes em falar da questão da talassocracia. Isso porque viam nela uma ideia que Tucídides promoveu para legitimar a talassocracia ateniense no século V a.C. Curiosamente, na última Conferência Internacional sobre o Egeu, celebrada em Viena, Malcolm Wiener sugeriu que deveríamos retomar essa ideia e eu estou de acordo. Penso que, no momento em que se celebrou a conferência, sabíamos muito mais sobre as rotas marinhas e de comércio que antes. Além disso, sabemos que quando se produziu o colapso micênico, as redes comerciais também caíram, e as costas de Creta restaram desoladas, provocando um movimento da população para as partes mais altas e seguras. Se observarmos a era dos palácios e das vilas minoicas, podemos notar que muitos deles ocupavam posições estratégicas ao lado de vales de rios e próximos da linha costeira. Eles poderiam ter constituído uma presença que criara uma sensação de segurança por um tempo. Então, penso que necessitamos revisitar essa ideia, considerando a relação dos palácios e vilas minoicas com a paisagem. 

Leia a entrevista completa AQUI.

A Segunda Guerra Mundial em cores

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Adin Steinsaltz: a paganização ocidental

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Segundo esse rabino "renascentista", tradutor do Talmude, nosso mundo não é judaico-cristão ou islâmico. Os valores tradicionais, ligados às três grandes religiões monoteístas, têm perdido espaço para um processo de "paganização" da sociedade humana. 

Entrevista imperdível, foi concedida ao programa Milênio, da Globo News, no ano passado.