Curso sobre a Shoá
terça-feira, 26 de janeiro de 2021
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Eleições Municipais 2020
domingo, 27 de setembro de 2020
Oficialmente, a campanha eleitoral começa hoje. Na pré-campanha, já vimos algumas "pérolas", como o presidente municipal do PT em Laje do Muriaé, RJ, que prometeu "trabalhar muito e roubar pouco". Rimos também com o ex-prefeito de Cocal, PI, que se gabou de ter roubado menos do que o atual. E, agora, aparece essa figura aí em Brusque, SC, "Donald Trump Bolsonaro"... ahahah... (fonte: O Município).
Brincadeiras à parte, é importante destacar que essas eleições serão diferentes das anteriores. Este houve uma combinação de fim das coligações e estabelecimento da cláusula de barreira. A cláusula de barreira vigorou em 2018. Os partidos precisavam atingir 1,5% dos votos - dentre outros requisitos - para se manterem. Aqueles que não atingirem o desempenho terão restrições de estrutura no Congresso, perderão acesso a parte do fundo partidário e tempo de televisão. Com o fim das coligações proporcionais, os partidos menores não poderão mais se juntar a um partido maior para a disputa de cargos legislativos.
A combinação simultânea dessas duas regras é a maior mudança eleitoral desde sempre. Isso significa que é cada um por si - cada partido terá que atingir com as próprias pernas o QP (Quociente Partidário, que equivale ao número de cadeiras que o partido tem direito ao final das eleições).
Como será mais difícil atingir o QP e com a cláusula de barreira batendo à porta, os partidos precisarão mudar seu comportamento na disputa por votos. A eleição para prefeito tende a ser fragmentada, já que todos buscarão lançar seu candidato a prefeito para conduzir o apelo a votar na bancada. Já entre os candidatos a vereadores, os partidos buscarão atrair pessoas de grande projeção na sociedade para atuarem como "puxadores de votos". O objetivo final será sobreviver à cláusula de barreira e chegar bem posicionado para as eleições de 2022.
As eleições de 2022, a propósito, será dura para os partidos, uma vez que a cláusula de barreira subirá para 3%, com requisitos ainda mais restritos. Não restam dúvidas de que muitos partidos precisarão se fundir para evitarem a extinção de uma forma ou de outra.
Apesar disso, coligações majoritárias ainda podem ocorrer. O candidato a prefeito pode fazer alianças (ou prometer secretarias, ou qualquer outro arranjo) a partidos menores para incorporar seu tempo de propaganda eleitoral obrigatória. Não há como negar, contudo, que a propaganda na televisão e no rádio perderam importância das eleições de 2018 para cá. É muito mais interessante, desde então, ter um exército aguerrido de militantes para pedir votos no WhatsApp. Existe pouca regulamentação no campo virtual.
Fonte: TSE e @ceciliadolago
Sobre a Perseguição aos Cristãos
segunda-feira, 10 de agosto de 2020
Willy Menezes, graduado em Recursos Humanos e Teologia, é coordenador de voluntários da Portas Abertas, e conversará conosco sobre a perseguição aos cristãos no mundo atual.
Marque na sua agenda: AMANHÃ, 22 de agosto, às 16h, via Zoom. Para ter acesso ao evento, clique AQUI.
Livros para todos
sexta-feira, 26 de junho de 2020
Vote Pela Cultura Clássica!
sexta-feira, 5 de junho de 2020
40 Anos da Revolução Iraniana
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019
"40 anos de corrupção. 40 anos de repressão. 40 anos de terror. O regime do Irã só produziu 40 anos de fracasso. O sofrido povo iraniano merece um futuro muito mais brilhante." Donald J. Trump, no Twitter (em pársi e em inglês).Com informações de O Antagonista.
Os 40 Anos do Massacre de Jonestown
domingo, 18 de novembro de 2018
Há exatos 40 anos, Jim Jones, líder e fundador da seita Templo do Povo, induziu 908 seguidores a cometerem suicídio em Jonestown, na selva da Guiana. A seguir, o próprio Jim Jones se matou. Até 11 de setembro de 2001, nunca tantos civis norte-americanos haviam morrido de uma só vez (sem contar as vítimas dos desastres naturais). Além de entrar para a história das seitas apocalípticas, o trágico episódio diz muito sobre o contexto da Guerra Fria e a luta pelos direitos civis à época, nos Estados Unidos.Conheça essa história a partir da excelente reportagem do Observador.
Exposição do Museu da Bíblia
quinta-feira, 18 de outubro de 2018
"No princípio era o Verbo: 500 Anos da Reforma" é o tema da exposição organizada pela Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) que ficará em cartaz na Primeira Igreja Presbiteriana de Vitória, ES, em duas datas: 22 a 28 de outubro, e de 5 a 12 de novembro. A entrada é gratuita.Com peças do Museu da Bíblia, de Barueri, São Paulo, a mostra destaca a contribuição da Reforma Protestante para a tradução, impressão, e divulgação da Bíblia Sagrada. O visitante poderá conhecer o "tempo dos manuscritos", o "tempo dos impressos" e o "tempo dos digitais", além dos projetos de tradução das Escrituras em andamento.
Serviços
Data: De 22 a 28 de outubro de 2018; de 5 a 12 de novembro de 2018.
Horário: Das 8h às 18h, exceto de 24 a 26 de outubro, e 8 e 9 de novembro, das 8h às 22h.
Local: Primeira Igreja Presbiteriana de Vitória, ES.
Informações: 0800 727 8888 ou (27) 3222-1003.
Com informações do jornal A Tribuna e da revista Comunhão.
O Protesto (Ainda) Não terminou
quarta-feira, 25 de outubro de 2017
Maria Leopoldina de Áustria (1797-1826)
quinta-feira, 28 de setembro de 2017
Imperatriz Leopoldina (Maria Leopoldina Josefa Carolina, arquiduquesa da Áustria)
Viena, 1797 - Rio de Janeiro, 1826
Segunda filha de Francisco I, imperador da Áustria, foi a primeira imperatriz do Brasil, casada com D. Pedro I e mãe do futuro imperador D. Pedro II. Seu casamento com o imperador ocorreu no dia 29 de novembro de 1816, por procuração. Quando veio para o Brasil, trouxe na bagagem uma vasta biblioteca de botânica e mineralogia, matérias que muito a interessavam.
Sua chegada ao Rio de Janeiro, no dia 5 de novembro de 1817, foi faustosa. Para a ocasião inesquecível, o arquiteto Grand-Jean de Montigny fez erigir um belíssimo Arco Romano, decorado pelo pintor Debret (tanto Gran-Jean quanto Debret eram integrantes da Missão Francesa, chegada ao Rio de Janeiro em março de 1816).
Apaixonada pelo Brasil, Leopoldina impressionou a Corte Portuguesa pela sua bela face e vasta cultura. Como regente do Império em diversas ocasiões, foi aliada nos desejos do marido para a independência do Brasil.
No dia 14 de agosto de 1822, D. Pedro partiu para São Paulo, deixando a regência aos cuidados da princesa real. No dia 7 de setembro, às margens do Ipiranga, antes de chegar ao seu destino, D. Pedro recebeu cartas de seu pai, o rei D. João VI. Elas lhe haviam sido enviadas por Maria Leopoldina e lhe impulsionaram imediatamente a proclamar, de forma explícita e irrevogável, a completa independência do Brasil.
Leopoldina foi coroada imperatriz no dia 1º de dezembro do mesmo ano. No dia 25 de março de 1824, prestou juramento à Constituição do Império. Teve oito filhos com D. Pedro I - dentre eles, D. Maria II, nascida em 1819, que veio a ser rainha de Portugal, e D. Pedro, nascido em 1825, que veio a ser o segundo imperador do Brasil.
Em virtude de um prematuro aborto de filho varão em 2 de dezembro de 1826 e das complicações que se sucederam, veio a falecer na Quinta da Boa Vista, nove dias depois. D. Pedro I se encontrava então no Rio Grande do Sul. Por ocasião da morte da imperatriz, sua biblioteca contava mais de 300 títulos, sobre os mais variados assuntos.
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Revista Aventuras na História
sábado, 15 de julho de 2017
Disponibilizarei neste post, sem qualquer interesse financeiro, algumas edições da revista Aventuras na História.A edição de agosto de 2006, com o tema de capa "Guerra Santa - a grande revolução do Islã", pode ser baixada aqui.
A edição de dezembro de 2006, com o tema de capa "Jesus antes de Cristo", pode ser baixada aqui.
A edição de junho de 2017, com o tema de capa sobre a "Guerra dos Seis Dias" (ver capa acima), pode ser baixada aqui.
A edição de julho de 2017, com o tema de capa sobre a Revolução de 1932, pode ser baixada aqui.
A edição de agosto de 2017, com o tema de capa sobre o "Pai do Holocausto", pode ser baixada aqui.
A edição de setembro de 2017, com o tema de capa "Drogas e a Humanidade", pode ser baixada aqui.
A edição de outubro de 2017, com o tema de capa "Cristianismo dividido", pode ser baixada aqui.
A edição de novembro de 2017, com o tema de capa "Estado Novo - a outra ditadura", pode ser baixada aqui.
A edição de março de 2018, com o tema de capa "O Pesadelo de Sarajevo", pode ser baixada aqui.
A edição especial de julho de 2018, um dossiê sobre as "Civilizações Perdidas", pode ser baixada aqui.
A edição de agosto de 2018, com o tema de capa "O Bordel de Auschwitz", pode ser baixada aqui.
A edição de setembro de 2018, com o tema de capa "Lênin - revisado e atualizado", pode ser baixada aqui.
A edição de novembro de 2018, com o tema de capa "Tudo começou na Primeira Guerra", pode ser baixada aqui.












